amar . elo

[do dia chamado hoje o que eu quero é o agora]

Arquitetas Invisíveis from Caio Fiuza on Vimeo.

"Mulheres são como fantasmas na arquitetura moderna: Presentes em todos os lugares, cruciais, mas, estranhamente, invisíveis."

Semana Arquitetas Invisíveis: 4 a 7 de novembro de 2014
Local: FAU/Universidade de Brasília

Para mais informações: facebook.com/arquitetasinvisiveis
Página do evento no facebook: facebook.com/events/1473263856296459/

"é você que tem

os olhos tão gigantes”

verboeu:

o que eu sinto não tem nome, tem força. não tem muita forma também. me machuca, choca e revigora. 
vai e volta
remonta outros tempos. aqueles antigos, quando também eu queria colecionar.

vario em tipos de obsessão e não dou não dou conta nem de mim.
não cabe acumulação.

sem

consequências inestimáveis

desvario
vai e volta

mas só porque você não
fica
o sentimento
ele 
transita

menos uma parte
por onde passo o olho
imprimo saudade

verboeu:

o que eu sinto não tem nome, tem força. não tem muita forma também. me machuca, choca e revigora. 

vai e volta

remonta outros tempos. aqueles antigos, quando também eu queria colecionar.

vario em tipos de obsessão e não dou não dou conta nem de mim.

não cabe acumulação.

sem

consequências inestimáveis

desvario

vai e volta

mas só porque você não

fica

o sentimento

ele 

transita

menos uma parte

por onde passo o olho

imprimo saudade

"quem me dera ter a coragem de te negar"

"nunca, nunca

te esconder

desaparecer”

"Ô, meu menino, vem cá.

Deixa eu limpar o teu corpo.Cospe longe esse papel cheio de ódio que te enfiaram na boca.Tua boca é pra beijar, pra sorrir, pra falar de amor.

Ei, vamos cuidar dessas pernas, que desse jeito, você não vai correr mundo. E o mundo é pra correr.

Vem cá, João, se afasta dessa gente que tem medo de liberdade.
Fica aqui, fica do meu lado que eu te protejo. 

Pode ser, pode ser à vontade que você tem vontade de ser.

Desculpa por toda essa confusão, é que nessa mania que a gente tem de se levar a sério, um monte de gente saiu por aí pregando certezas e erradezas da vida. E a gente tão pequeno. E a gente tão mesquinho. E a gente se afastando de tudo o que realmente é importante.

Ai, que dor. Essa impotência sangra muito, menino, fragmenta os ossos, diminui.

Queria ter voz firme pra proclamar a alforria, pra mandar te deixarem solto, livre, bonito, em paz.

Mas eu nada. 

Vou rezar uma ladainha e mastigar o conformismo.
Vou cantar baixinho pra ver se a tristeza se desinteressa de mim.
Vou falar de você. Vou levantar uma bandeira com o teu nome nas praças.

Veja só, meu pequeno, tem gente na tv dizendo que o que te fizeram tá é correto. Que loucura essa tv, que loucura esse mundo. 

Espero que no seu novo lugar, as coisas sejam diferentes, tá? Espero que nem haja tv. Espero que você possa amar. E ser. Eu acredito, é o que me resta.

Afetuosamente,

Eu.”

por Ingrid Soares

Turinlapse from officina38 on Vimeo.

torinolapsus